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Expansão de Franquias Quiksilver

Materia da página Negócio do Zero: Quiksilver retoma expansão por franquias e pretende abrir mais de 30 lojas até 2019!

Expansão de Franquias Quiksilver

Materia da página Abra seu negócio: Quiksilver retoma expansão por franquias e pretende abrir mais de 30 lojas até 2019!

Crescimento contínuo da Quiksilver no mercado

Matéria da Página Lamonica Conectada:A Quiksilver Brasil retoma a expansão por franquias em todo o território nacional e planeja abrir mais de 30 franquias no país em até três anos. Com nove unidades inauguradas, a rede de lojas da marca fatura acima de R$15 milhoes ao ano com esta operação e pretende fechar 2017 com aumento de 50% em seu faturamento.

Quiksilver líder no Segmento

Materia da página Mapa das Franquias: Líder no segmento de surfwear no Brasil e no mundo, a Quiksilver possui cerca de 700 lojas espalhadas pelos cinco continente e retoma a expansão por franquias em todo território nacional. Em seu plano de negócio, a marca pretende abrir mais de 30 unidades em até três anos. Com nove unidades inauguradas, a rede de lojas da marca fatura acima de R$ 15 milhões ao ano com esta operação e pretende fechar 2017 com aumento nominal de 50% em seu faturamento.

Quiksilver retoma expansão por franquias

Materia da página Mapa de Franquias: Quiksilver retoma expansão por franquias e pretende abrir mais de 30 lojas até 2019!

Alto Faturamento em 2016!

Setor de franquias de vestuário fatura alto em 2016!


Efeito Medina Impulsiona expansão de franquias das lojas de surf


Na coluna de sexta feira (13.02) o diretor geral da Quiksilver foi o convidado da Ale Farah. A marca nasceu em 1969, na Austrália. Ela está espalhada por 100 países e tem o faturamento de 1.6 bilhões de dólares. O grupo tem três marcas: a Quiksilver (surf masculino), Roxy (surf feminino) e DC (streetwear). Em novembro do ano passado foi aberta uma loja no Iguatemi de São Paulo. Gustavo acredita que os jovens, público alvo, se espelham nos atletas patrocinados, como Kelly Slater, e isso é parte do sucesso da marca.


Gustavo Belloc - Quiksilver

No ano passado, o Brasil chamou a atenção do mundo por sua performance esportiva, para o bem e para o mal. Nos gramados, a derrota da seleção canarinho por 7 a 1 para a Alemanha, em pleno estádio do Mineirão, provou que o “país do futebol” não é mais o mesmo. Já no surfe, a conquista do campeonato mundial pelo paulista Gabriel Medina, no Havaí, lavou literalmente a alma da nação. A boa fase desse esporte continua em 2015. Prova disso é que nunca houve tantos surfistas verde-amarelos entre os melhores do mundo como atualmente – há quatro deles no ranking dos top dez.

Para não perder essa onda, a marca australiana de roupas e equipamentos Quiksilver, que nasceu nos arredores de Melbourne e se mudou para a Califórnia, em 1986, está desenhando um plano ousado de expansão para o Brasil. Com faturamento de US$ 1,6 bilhão globalmente no ano passado, a companhia pretende ampliar sua rede de lojas por meio de franquias. Atualmente, existem apenas três pontos de venda próprios. O foco serão todas as capitais, além de algumas cidades de médio porte do interior. “Queremos ampliar nossa liderança”, afirma Gustavo Belloc, diretor-geral da marca no País, sem revelar as cifras envolvidas no plano de investimento.

“Temos 15% de participação no segmento de surfe e skatewear, e há espaço para crescer”. A ofensiva da Quiksilvertambém prevê o fortalecimento de sua presença nos 1,8 mil vitrines multimarcas em que a grife já atua no mercado nacional. Foi graças a essa capilaridade, segundo Belloc, que a empresa conseguiu crescer a um ritmo de dois dígitos em 2014. “Nossos parceiros são prioridade no nosso plano de expansão, pois serão os primeiros a ter uma franquia da marca”, afirma o executivo.

Os destaques nas prateleiras das novas lojas, baseadas num modelo compacto de 40m², serão as tradicionais e coloridas bermudas, que atualmente respondem por 30% das vendas no País. Além da Quiksilver, a companhia ainda detém a linha feminina Roxy e DC, voltada para o público do skate. Para se adaptar ao mercado local, a Quiksilvernacionaliza 60% de tudo que é produzido e vendido no País. “Assim, conseguimos adequar não só a modelagem, mas os preços para o Brasil e fugir da variação do dólar”, diz Belloc. “No surfe, não há crise”.


Ídolos brasileiros no surfe e no skate influenciam franquias da Quiksilver

Ídolos brasileiros no surfe e no skate influenciam franquias da Quiksilver

Marca australiana planeja lojas em todas as capitais e grandes cidades do país.

A Quiksilver estruturou um plano de franquias para levar sua lojas para as capitais e grandes cidades do país, como Campinas. Atualmente, a empresa australiana, especializada em roupas, tênis e artigos esportivos para surfistas e skatistas, possui quatro lojas próprias no Brasil, sendo duas no Rio de Janeiro e as demais em São Paulo e Porto Alegre.

Segundo Paulo Schwarz, gerente de varejo e franquias da Quiksilver Brasil, a marca tem mais de 930 lojas em várias partes do mundo, sendo a maior parte delas franquias. Essa experiência com franquias, o crescimento do varejo brasileiro e o interesse cada vez maior nos ídolos do surfe que nascem por aqui, como Wiggolly Dantas, influenciaram a marca. “90% das nossas vendas são para os fãs dos dois esportes. E como eles consomem os que os atletas usam, a gente tem que estar preparado para atendê-los no país inteiro”, diz.

O outro modelo é uma loja menor, com 40 metros quadrados, pelo valor de R$ 350 mil. “Neste caso, a franquia só vende os principais produtos, como bermudas, camisetas, chinelos e relógios”, diz Schwarz.

A Quiksilver já conversa com cerca de 15 potenciais franqueados. De acordo com Schwarz, a empresa não tem pressa para fechar negócio e abrir a primeira unidade franqueada. “Estamos indo com calma para conseguir ter lojas lucrativas e montadas em bons pontos comerciais”, diz.

A calma também é essencial para a Quiksilver encontrar franqueados que comprem o estilo da marca. “A gente quer que o dono da franquia entenda e capture a filosofia do esporte sobre prancha. Há uma razão: a loja vende histórias e elas estão contadas nas vitrines e nas disposições das peças pelo estabelecimento”, afirma Schwarz.